O Líder de hoje

Nem todo líder possui vocação pastoral
Nem todo líder possui vocação pastoral

“… todo Pastor precisa ser líder, porém, nem todo líder possui vocação pastoral, entretanto, são duas habilidades distintas”.

Muitos não alcançam minhas colocações sobre este assunto porque confundem quando falo sobre o perfil de um pastor, ou quando estou falando no perfil do líder comum. O pastor possui uma atuação mais concentrada, fazendo com isso que esta atuação não sofra muitas mudanças, pois é preciso em algumas situações, espiritualizar as ações. O líder comum tem uma tarefa mais humana, em suas decisões, é preciso analisar em alguns casos os contextos, em algumas situações, os fins podem justificar os meios.

Resumindo: todo Pastor precisa ser líder, porém, nem todo líder possui vocação pastoral, entretanto, são duas habilidades distintas.

Hoje, não podemos limitar o perfil de uma liderança naqueles moldes antigos, temos que inovar em alguns aspectos. A primeira coisa a se reparar é que hoje, não existem maiores importâncias. Deve-se ter a mente que não é mais relevante dizer que você representa as grandes importâncias, pois como já disse não há maiores importâncias a serem representadas.

Hoje, o líder deve cumprir aquilo que o meio mais exige que é o risco. O Líder, mais do que ninguém, é aquele que deve se arriscar em ser mal compreendido, em ser criticado, contudo, nunca deve ceder frente a estes riscos, deve sempre ter em mente que em suas relações, terá que trabalhar com uma frente horizontal, e não vertical.

Na verdade, o líder deve ter a habilidade de propiciar um pouco mais os talentos das pessoas do que simplesmente o treinamento, isso não significa dizer que se deve ignorar o treinamento, porém, é preciso privilegiar os talentos de cada um.

A junção dos talentos deve estar sempre na pauta do líder quanto este for formalizar seus projetos, ou seja, os projetos do líder devem sempre ser sustentados pelos talentos de seus liderados.

O líder de hoje deve ser múltiplo, não pode ser único. A idéia do foco, hoje é secundária, já não é mais interessante, o segredo hoje, não é focar, é multiplicar. Hoje, o líder deve ser guiado mais pela razão afetiva do que por uma razão acética. Ou seja, não adianta apresentar números, índices, a lógica dedutiva e empirista e os números, não impressionam, o Líder deve ter certa certeza afetiva de que a solução não se baseia em números, em estatísticas, é preciso ser capaz de criar soluções emergentes e novas para todas as situações aguçando sempre sua inteligência.

Deixo aqui, algumas ferramentas para uma liderança bem sucedida e atualizada.

Pastor Elielberth Falcão

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