REGIMENTO INTERNO DA ORDEM

APOIORT – ASSOCIAÇÃO DE PASTORES, OBREIROS E IGREJAS NA OBRA DE RESTAURAÇÃO

Fundada em 1975- CNPJ: 30.585.533.0001-43

Sede Provisória: Rua Guarani, n.° 229 – Suruí – Magé – RJ

Presidente da APOIORT: Pastor Adriano da Silva Moreira
Presidente da Ordem de Pastores: Wellington Antunes

“Na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias” (Atos 15:28).

PRIMEIRA REFORMA DO REGIMENTO INTERNO DA ORDEM DOS PASTORES:

CAPÍTULO I

Da Finalidade:

Art. 1° – A Ordem dos Pastores da APOIORT tem por finalidade: Promover o Ingresso, Permanência, Conduta, Desligamento, Reingresso de pastores ligados a Ordem e o Exame de candidatos encaminhados por carta de suas Igrejas com vista ao ministério pastoral, a serem examinados por uma banca formada de no mínimo 5 (cinco) pastores habilitados para tal, que poderão dirigir ao plenário o direito a três perguntas, no máximo, ao candidato que será considerada ou não pela banca examinadora, tendo por cobertura a intervenção do presidente da Ordem, caso seja necessário, devendo os candidatos além de apresentar os dados para a ficha cadastral, se submeterem às condições seguintes.

CAPÍTULO II

Do Ingresso à Ordem

 Art. 2° – O ingresso do candidato será efetuado mediante os seguintes requisitos:

I – Ser maior de 21 (vinte um) anos de idade; os casos atípicos serão decididos pela Ordem;

II – Ser casado, marido de uma só mulher, conforme 1 Timóteo 3:2, e que a esposa seja crente;

  • 1º – os casos em que a esposa do candidato não fizer parte de uma das Igrejas filiadas à APOIORT recomenda-se que o mesmo não assuma como pastor titular;
  • 2º – O Pastor que quiser ser recebido juntamente com sua Igreja e sua esposa fizer parte de outro Ministério, será analisado pela Comissão de Ética à parte.

III – Que apresente referências de bons trabalhos prestados na Igreja filiada a APOIORT, pelo período de no mínimo 1 (um) ano;

IV – que seja participante regular dos eventos realizados pela Associação;

CAPÍTULO III

Do Exame:

Art. 3° – O candidato só será examinado na primeira reunião subsequente a que foi apresentado, com o objetivo de ser enviado circular as Igrejas notificando o exame do mesmo. Havendo qualquer impedimento por parte das Igrejas, que seja comunicado imediatamente a Ordem dos Pastores, para que o caso possa ser apurado.

Art. 4° – O candidato deverá ter no ato da apresentação uma carta indicando a data da Assembleia do seu envio a Ordem, com as assinaturas do secretário, como a do pastor presidente da igreja.

Art. 5° – O presidente da Ordem nomeará uma banca examinadora composta de no mínimo 5 (cinco) pastores habilitados para tal.

Art. 6°  –  A banca examinadora exigirá dos candidatos apenas conhecimentos didáticos e teológicos, suficientes para o exercício do ministério

  • 1º – Sobre a prática pastoral, as matérias constarão de: Conhecimento das Ordenanças, Doutrinas e Normas Bíblicas, como: Presidir Assembleias Gerais da Igreja; Noções gerais de regras parlamentares, a serem observadas durante as Assembleias da Igreja;
  • 2º – O exame será válido por 2 (dois) anos a contar da data da aprovação do candidato.

Art. 7°  –  Os candidatos deverão apresentar certificado de curso teológico, por formação mínima de 2 (dois) anos;

CAPÍTULO IV

Da Recepção:

Art. 8° – Para Recepção de novos pastores seguir-se-á os seguintes critérios:

I – Que seja encaminhado por um pastor membro da Ordem de Pastores;

II – Na região onde não houver Pastores Filiados à Ordem de Pastores, criar-se-á uma Comissão e o mesmo será recebido.

III – Para ser recebido um pastor vindo de outra Ordem, o mesmo deverá:

1º) Enquadrar-se no que está escrito nos incisos I, II, III, e IV do artigo 2°, do Capítulo II deste Regimento;

2º) O Pastor recém-chegado passará por uma avaliação da Comissão de Ética, ficando em observação até 90 (noventa) dias.

CAPÍTULO V

Dos Direitos e Deveres:

Art. 9° – DIREITOS do pastor membro da Ordem:

I  –  Participar de todas as reuniões da Ordem, votar e ser votado;

II –  Receber assistência espiritual, moral e jurídica e se for o caso ajuda material quando se fizer necessário, nas possibilidades da Ordem;

III –  Recorrer a Ordem em caso de desligamento na sua Igreja;

IV –  Defender-se de qualquer acusação que lhe seja feita perante a Ordem.

Art. 10° – DEVERES dos pastores membros da Ordem:

I – Cumprir e fazer cumprir fielmente o presente Regimento;

II – Assistir regularmente as reuniões da Ordem;

III – Participar juntamente com a Igreja dos programas de crescimento espiritual promovido pela APOIORT;

IV – Defender por todos os meios a unidade da APOIORT e da Ordem de Pastores;

V – não ser intransigente em seus pontos de vista, a não ser que esteja em vista alguma questão fundamental de doutrina;

VI – Evitar frequentes visitas e correspondências epistolares ao campo de trabalho ou Igrejas de onde se retirou, exceto em caso de jubilação ou com prévia comunicação;

VII  –  Não subestimar os colegas que tenham feito curso abreviado de teologia ou mesmo nenhum curso;

VIII –  Não subestimar os colegas por preconceito racial;

IX  –  Não passar adiante qualquer notícia que desabone a conduta do colega, sem estar absolutamente certo da veracidade; portanto, não deve se passar como intrigante;

X  –  Não ter inveja do ministério fecundo do colega, antes orar para que Deus continue abençoando;

XI –  Manter sua conduta ética e acatar a disciplina da Ordem de acordo com a Bíblia e com este Regimento.

CAPÍTULO VI

Do Desligamento e Reingresso de pastores ligados à Ordem:

Art. 11° – Desligamento de pastores membros da Ordem:

I  – Quando forem desligados da Ordem em reunião plenária mediante o voto da maioria, quando procederem em suas vidas práticas contrariamente aos ensinamentos, princípios e moral do Evangelho;

II  –  Desligamento por solicitação do interessado;

III  –  Ausência nas reuniões da Ordem no período de 6 (seis) meses, sem justificativa por escrito, salvo os pastores que moram em outros Estados fora do Rio de Janeiro;

IV  – Falta de cumprimento com os deveres tangentes às contribuições com a Ordem e a APOIORT.

Art. 12° – O reingresso dos pastores a Ordem, obedecerá aos seguintes critérios:

I  – Que seja reapresentado por um pastor membro da Ordem com carta expedida pela Igreja com assinaturas do pastor presidente e do secretário da Igreja;

II   –  O pastor reapresentado passará por uma análise na Comissão de Ética no ato de sua recondução.

CAPÍTULO VII

Disposições Gerais

Art. 13º – Não serão aceitos na Ordem:

I  – Pastores Solteiros.

II  – Pastores Divorciados, salvo os “comprovadamente vitimados” que terão seus casos tratados em reunião da Ordem de Pastores que acionará a Comissão de Ética para analisar sua aceitação ou não;

III  – Os pastores que vierem com Igrejas deverão cumprir todos os requisitos contidos no presente Regimento;

IV  – Não será aceito o pastor envolvido em casos de adultério;

V  – Serão estudados os casos dos pastores com idade superior a 50 (cinquenta) anos; e os casos de pastores com pouca cultura secular.

 

Parágrafo único – O pastor envolvido com problema de saúde poderá comunicar a Ordem o seu estado clínico, assim que tomar conhecimento, podendo afastar-se de todas as suas atividades ministeriais para fins de tratamento se assim desejar, podendo ainda reassumir todas as atividades Ministeriais que exercia na data do afastamento se for de seu interesse;

Art. 14° – Os casos omissos deste Regimento serão analisados e decididos pela Ordem de Pastores.

Art. 15° – Este Regimento só poderá sofrer reforma em reunião plenária da Ordem dos Pastores, com votação de dois terços dos membros-presentes, com quorum de metade mais um dos pastores arrolados, com seus nomes devidamente assinados no livro de presença.

Parágrafo único – Este Regimento entra em vigor após sua aprovação em reunião plenária da Ordem dos Pastores da APOIORT.

(Este Regimento foi reformado em 05/08/2012)